Prefeietura de Altos

A CIDADE

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  • O município de Altos tem área de 957.617 km², população de 38.328 habitantes (Fonte: IBGE, 2007), Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de 0,618 (PNUD 2000) e Índice de Exclusão Social de 0,350 (Ponchmann e Amorim, Atlas de Exclusão Social no Brasil – 2003). Pertence à Rede Integrada de Desenvolvimento – RIDE Grande Teresina (Lei Complementar nº 112, de 19 de setembro de 2001) e ao Território Entre Rios, dentre os Territórios da Cidadania.

    O município conta com serras, rios perenes, cachoeiras, olhos d’água e riachos com piscinas naturais, possuindo uma estrutura propícia ao ecoturismo e à prática de esportes radicais. Possui ainda a Floresta Nacional dos Palmares (única do Estado), com 170 ha, unidade de conservação ambiental federal administrada pelo Instituto Chico Mendes.

    A cidade de Altos possui três sítios paleontológicos, com a presença de lenhos fósseis que datam de 230 a 250 milhões de anos (era Paleozoica), nas localidades rurais Gameleira, Serra do Gustavo (também conhecida como Boqueirão do Brejo) e Barrinha.

    Altos mantém viva uma forte tradição religiosa e popular manifesta em festividades como os Festejos de São José dos Altos, as Festas Juninas, a Festa do Divino, os reisados, o bumba-meu-boi, as danças de São Gonçalo, dentre outras. A tradição de violeiros e cordelistas também é cultivada na cidade, berço de “Zé da Prata”, o mais famoso repentista do Piauí.

    Destacam-se no aspecto histórico da cidade as informações ainda imprecisas sobre a reminiscência negra dos assentamentos Quilombo e Poço dos Negros, próximos da Fazenda Boqueirão, no vizinho município de José de Freitas, onde, segundo relatos locais, houve a prática do escravismo.

    De acordo com alguns historiadores, Altos pode ter sido a cidade natal de Mandu Ladino, um índio que, educado pelos jesuítas da Ibiapaba, rebelou-se, reuniu Aranis, Potis, Cariris e outras tribos inimigas, formando uma nação de índios rebelados, cujas lutas duraram de 1712 até 1718: a maior rebelião indígena em solo brasileiro, um capítulo de nossa história ainda não escrito com precisão.

    Altos é hoje um pólo regional envolto por 05 (cinco) municípios menores: Alto Longá (13.612 habitantes, IDH-M 0,580), Beneditinos (9.560 habitantes, IDH-M 0,604), Coivaras (3.797 habitantes, IDH-M 0,587), Pau D’arco do Piauí (3.713 habitantes, sem referência de IDH) e Novo Santo Antônio (3.383 habitantes, IDH-M 0,509). Limita-se ainda com dois outros municípios de porte médio com características similares: Campo Maior (44.548 habitantes, IDH-M 0,675) e José de Freitas (35.164 habitantes, IDH-M 0,615).

    Toda essa região tem uma riqueza histórica, ambiental e cultural material e imaterial significativa. Apesar disso, faltam mais investimentos, valorização e divulgação da mesma. O potencial desse estratégico porto de memórias inexploradas necessita de experiências que contextualizem modernas tecnologias e tradições significativas da comunidade, que fomentem processos criativos continuados e gerem trabalho e renda para as populações que ainda carecem de ações cidadãs e de diálogos mais consistentes sobre os benefícios que as artes e a cultura podem gerar.

     



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